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Conto e Biografia na Estação das Letras.
Segundo semestre com gêneros literários na Estação das Letras
Conto e Biografia são temas de cursos na grade de agosto da Estação das Letras: Paulo Scott, Claudia Lage, Jair Ferreira dos Santos são os professores do primeiro tema e Guilherme Fiúza, Claudio Aguiar e Regina Zappa, do segundo. As inscrições estão abertas pelo site www.estacaodasletras.com. br e pelo tel.: (21) 3237-3947. As aulas serão na Marquês de Abrantes, 177, no Flamengo.
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Amo Escrever. E Agora?
Algumas pessoas gostam de falar. Outras já preferem escutar, sem ter real necessidade de expor suas opiniões ou pensamentos. E há aquelas que têm muito a dizer, mas não se sentem a vontade ao falar.
É difícil explicar. É como se a coisa que querem dizer se perdesse à caminho dos lábios, tornando impossível externar exatamente o que queriam. Por isso elas escrevem.
É difícil explicar. É como se a coisa que querem dizer se perdesse à caminho dos lábios, tornando impossível externar exatamente o que queriam. Por isso elas escrevem.
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Pesquisa Bad Boy x Bom Rapaz!
Você prefere um homem do tipo perigoso e cheio de mistério ou romântico e confiável?
Bad Boy é sexy, misterioso e perigoso. Seu coração acelera e os encontros com ele são apaixonantes e alucinantes. Ele diz exatamente o que você quer ouvir. Tentador como o pecado.
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Rafflecopter X Gleam
Olá, Pessoal!
Ao tentar realizar um sorteio através do Rafflecopter fui surpreendida com a opção somente de utilizador pago (não sei se foi um problema temporário), mas por coincidência descobri que uma blogueira também enfrentou esse problema, assim em busca de novas opções descobri o Gleam que possui opções parecidas com o Rafflecopter.
Ao tentar realizar um sorteio através do Rafflecopter fui surpreendida com a opção somente de utilizador pago (não sei se foi um problema temporário), mas por coincidência descobri que uma blogueira também enfrentou esse problema, assim em busca de novas opções descobri o Gleam que possui opções parecidas com o Rafflecopter.
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Editora Inverso abrindo espaço para novos autores.
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Conheça - Nas Estantes!!
Nas Estantes é um site que tem como
objetivo, colocar em destaque livros que nem sempre encontram oportunidade nas estantes
de grandes livrarias, deixando de lado novos talentos da literatura nacional.
Esse é um espaço meu, seu e nosso.
Onde nossos livros podem se apresentar e conquistar leitores dos mais diversos cantos
desse Brasil afora.
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Agora você pode vender seu livro direto do Widbook
Você escreveu e publicou seu ebook no Widbook. Ganhou seguidores e agora também pode vendê-lo em outras plataformas (inicialmente na Kobo), utilizando o Widbook Premium.
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TAG - Experiências Literárias
QUEM SOMOS
"Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo
são as pessoas. Livros só mudam as pessoas."
Essas palavras foram proferidas pelo político romano Caio
Graco, um século antes de Cristo. O tempo passa, mas o papel dos livros
permanece vivo – e não somente porque estes aprimoram a interpretação textual,
a escrita ou o vocabulário, mas porque estimulam a autonomia do pensamento.
Porém, apenas alguns livros possuem essa capacidade.
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Black Friday sem pegadinha e com denúncia premiada.
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Produção e Publicação de E-Books
O
que falta ao seu livro?
Produção
digital
O seu livro está finalizado: foi revisado,
passou por uma leitura crítica profissional, está diagramado, tem número de
registro ISBN e uma capa profissional. Ou simplesmente você quer produzi-lo em
formato digital.
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Brasileiro de 19 anos cria site para ficar milionário vendendo tijolos de um Muro!
Imagina ficar milionário vendendo tijolos virtuais? O brasileiro Alexandre Lavrador faz exatamente isso e está fazendo sucesso com sua empreitada no mínimo absurda.
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Conheça a Casa do Editor
Apresentação
Este site é uma ferramenta de extrema ajuda ao Autor em sua difícil tarefa de publicar sua Obra. O objetivo da Casa do Editor é conectar o Autor com a Editora, facilitando, e muito, para ambos, a concretização de seus sonhos, ideais e realizações. Portanto, a Casa do Editor é uma vitrine para sua Obra, expondo-a aos Editores e intermediando o contato entre ambos.
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Como denunciar plágio ao Google.
Se você escreveu um artigo em seu blog e ele foi copiado em outro lugar sem sua autorização, seus direitos foram violados. Infelizmente, isso não é raro de acontecer. Para fazer uma investigação rápida, busque no Google um trecho de seus artigos (entre aspas, de preferência) - especialmente os mais populares. Você pode se deparar com a ingrata surpresa de ver que ele foi copiado sem sua autorização.
Denunciar ao Google a violação de seus direitos autorais é essencial. É uma forma importante para punir quem copia indevidamente os textos que você escreve.
Este artigo foi originalmente publicado no blog parceiro Gerenciando Blog. Saiba como se proteger acessando aqui.
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Apresentando o Divulgando nas Redes Sociais
Olá pessoal!
Sejam bem-vindos!
O Divulgando nas Redes Sociais foi criado para assessorar e administrar as Redes Sociais de autores/editoras devido ao grande crescimento no Brasil nos últimos cinco anos.
Atendemos a necessidade não só do autor/editora para a divulgação, mas também de leitores que buscam livros com qualidade para leitura.
Sejam bem-vindos!
O Divulgando nas Redes Sociais foi criado para assessorar e administrar as Redes Sociais de autores/editoras devido ao grande crescimento no Brasil nos últimos cinco anos.
Atendemos a necessidade não só do autor/editora para a divulgação, mas também de leitores que buscam livros com qualidade para leitura.
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Crítica literária ainda existe?
Esse texto foi extraido com a autorização do site Digestivo Cultural
Em Ribeirão Preto, participo de uma mesa de debates organizada pela Oficina Cândido Portinari. Tenho a honra de dividi-la com Luiz Costa Lima, um de nossos mais importantes teóricos da literatura. E a sorte de ter a nosso lado um mediador de luxo: o escritor Menalton Braff.
O tema que nos oferecem: "crítica literária". Falamos em crítica e logo pensamos em avaliações, aferimentos, aprovações ou reprovações. Atitudes ― mais de julgamento, que de interpretação ― que, em geral, são apresentados como crítica. Não falo, também, dos escritos irônicos, rancorosos, ou sarcásticos que, muitas vezes, são confundidos com a crítica. Não passam de desabafos, maledicências, rancores, jogadas de grupos. Nada mais. (grifado por mim).
Enfim: os organizadores do evento de Ribeirão Preto vêem a mim e a Costa Lima como dois praticantes da "crítica literária". Mas será? Viajei para Ribeirão me perguntando se tal coisa, "crítica literária", ainda existe mesmo. Para pensar melhor, reli durante a viagem um precioso artigo de Flora Süssekind, "Rodapés, tratados e ensaios", guardado em Papéis colados, livro que editou pela UFRJ em 2003.
A crítica literária "de rodapé" proliferou no Brasil em meados do século XX. De seus grandes nomes, apenas um, Wilson Martins, que foi durante muitos anos colunista do "Prosa & Verso", d'O Globo, chegou ao século XXI ― faleceu em 2010. O advogado e jornalista Álvaro Lins morreu em 1970. Pintor, poeta e tradutor, Sérgio Milliet faleceu em 1966. O jornalista e ensaísta Otto Maria Carpeaux, em 1978. O historiador Sérgio Buarque de Holanda, em 1982. Professor e pensador católico, Tristão de Athayde morreu em 1983. Homens do século XX. Posso concluir: crítica literária, atividade do século XX também.
A diversidade de formações me sugere um único atributo que os aproximava: a não-especialização. Na verdade, o mais importante entre todos os críticos de rodapé, o professor universitário Antonio Candido, nascido em 1918, ainda está vivo e muito lúcido ― como tivemos a oportunidade de verificar na Flip deste ano, em Paraty. Em sua fala, Candido, que foi durante longo tempo professor de Teoria Literária na USP, recordou que lhe coube introduzir a crítica literária, antes praticada apenas nos jornais, no meio universitário.
No ano de 1951, o ensaio de Flora me ajuda a pensar, Afrânio Coutinho(1911-2000) criou, na Faculdade de Filosofia do Instituto Lafayette, no Rio, a primeira cadeira de Teoria Literária. Até 1965, quando a UFRJ funda a primeira faculdade de Letras do país, os cursos de Letras não passavam de departamentos abrigados nas faculdades de Filosofia. A literatura era um subsaber.
1965: eis um ano de ruptura. Sob a forte influência do estruturalismo, a Teoria Literária prolifera nas faculdades de Letras, que por sua vez se espalham por todo o país. Quantas serão hoje? Não sei responder. Sei que somos um país de grandes teóricos da literatura. Penso em Silviano Santiago, em Leyla Perrone-Moisés, no saudoso João Alexandre Barbosa, em Alcir Pécora, em David Arrigucci, em Antonio Carlos Secchin, e no próprio Costa Lima. Teóricos de linhagem e formação distintas, de temperamentos às vezes incompatíveis, mas ligados pela paixão da teoria.
Volto, enfim, à mesa de debates de Ribeirão Preto. Diante do tema, "crítica literária", uma pergunta não me deixava: mas tal coisa existe mesmo? De um lado temos os teóricos da universidade, que fazem percursos rigorosos, se submetem a leituras metódicas e se filiam a essa ou àquela nobre corrente de pensamento. De outro, existem hoje os resenhistas da imprensa, igualmente respeitáveis, escrevendo desde a perspectiva da "não-especialização". Mais ensaístas que teóricos. Em boa parte dos casos, mais comprometidos com a informação (que é o sangue do jornalismo) do que com a reflexão.
Muitos teóricos importantes ― penso em Beatriz Resende, em Alcir Pécora, em Antonio Carlos Secchin, em Davi Arrigucci, e na própria Flora Süssekind ―, vez por outra, escrevem artigos para os suplementos literários da imprensa. Esses suplementos, é natural, estão dominados por jornalistas ― entre os quais eu mesmo me incluo ― que cultivam uma relação livre e intuitiva (alguns dizem "impressionista") com a literatura. Escrevem (escrevemos) resenhas: ao contrário dos teóricos da academia, não temos compromisso algum com tradições teóricas, com sistemas, com conceitos. Escolhemos nossos livros estimulados pelas ofertas do mercado, pelas modas e ainda pelo apreço à surpresa; e não empurrados por esse ou aquele percurso intelectual.
Será que nós, resenhistas, fazemos "crítica literária"? Será que os teóricos da academia fazem "crítica literária"? Quem são hoje os críticos literários? A resposta que venho arriscar, temerária, frágil, mas possível, é: a crítica literária não mais existe. Em meu caso particular ― foi o que tentei explicar em Ribeirão Preto ―, desde que passei a ocupar, com muita honra, uma coluna do caderno "Prosa & Verso", não faço nem uma coisa (resenha), nem outra (teoria). Mas, então, o que faço? Costumo, cheio de temores, me definir como "cronista". Mas serei isso mesmo?
Escrevo, na verdade, "relatos íntimos de viagem", não a esse ou aquele país, ou continente, mas a determinado romance, ou livro de poemas. Leio (viajo) e depois, em minhas colunas, narro minhas impressões, falo dos pensamentos que a leitura me despertou, das associações que me motivou, dos livros que me levou a reler. Trabalho, eu sei disso, com um gênero híbrido ― que nem é resenha, nem é teoria, tampouco é crítica literária também. Sempre que me perguntam afinal quem sou (pois vivemos na era dos crachás, das senhas e das assinaturas digitais) opto, ainda inseguro, pelo termo "cronista". Por quê? A crônica é, por excelência, um gênero de fronteira, localizado a meio caminho entre os fatos e as ficções. É um gênero "trans" ― podemos, talvez, falar em um "transgênero". Além disso, tenho em alta conta os cronistas clássicos ― Rubem Braga, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos. Não são magníficas, ainda, as crônicas escritas por Drummond e por Clarice?
Eis o que faço, ou tento fazer: escrever desde essa fronteira, lugar remoto e não muito preciso, habitado por um ser fugidio que chamamos de "leitor comum". Sim: sou um leitor profissional, não posso recusar esse status. Ele aparece nas folhas de pagamento. Mas, quando leio, luto para ser apenas um leitor comum. Um leitor apaixonado, que agarra um livro, ou ao contrário o abandona, só por impulso. Alguém que lê guiado por sua memória pessoal, por seu temperamento, por seus afetos. Entrego-me, então, ao livro que tenho nas mãos, para que ele, sim, me leia. Ele, sim, faça alguma coisa de mim. Ao relato dessa entrega chamo, na falta de um nome melhor, de crônica. Relato, portanto, de uma viagem subjetiva em que o livro é minha estrada.
Será "crítica literária" o que faço? Pessoalmente, a expressão me incomoda. Não porque não seja digna, ou porque deponha contra mim, ou porque me agrida. Ao contrário! Mas porque, simplesmente, não diz quem eu sou. Tampouco acredito que ela combine com o trabalho mais factual dos resenhistas (que eu mesmo, muitas vezes, pratico). E nem que seja uma expressão adequada ao trabalho severo dos teóricos da universidade.
No fim das contas, só uma coisa une teóricos, resenhistas e cronistas: uma mesma paixão. Só a literatura nos une. Apaixonados pelo mesmo objeto, cada um o vê, dele se aproxima, o descreve e o envolve à sua maneira. Para além de todos os nomes e classificações, impõe-se, sempre, a força do olhar singular. Já não sei se, quando falamos dos teóricos literários, dos resenhistas literários e dos cronistas literários, devemos mesmo usar a expressão "crítica literária".
Uma expressão que, arrisco-me a pensar, talvez tenha ficado no passado ― com Álvaro Lins, com Tristão, com Carpeaux, com Décio de Almeida Prado, com Sérgio Buarque. E que hoje é só uma expressão vazia, que se refere a um objeto inexistente. Talvez venha daí a sincera aflição que Antonio Candido exibiu em sua fala na Flip. Aflição que muitos tomaram como manifestação de pessimismo, mas que tomo como expressão de extrema lucidez.
Talvez a expressão "crítica literária" seja hoje usada mais para amedrontar, para intimidar, do que para dialogar e acolher. Talvez por isso desperte mais suspeitas que confiança. Declarar-se crítico literário é, quem sabe, pretender uma autoridade que, hoje, ninguém mais tem. Se o crítico não é um juiz que aprova ou desaprova, se ele não é um especialista em aferição de qualidades, se não é um severo inspetor de "boa escrita", como eu penso que ele não é, o que sobra para o crítico? Sobra ser um leitor. Um leitor comum, para quem a paixão dá sempre a última palavra.(grifado por mim)
Nota do Editor
Texto gentilmente cedido pelo autor. Originalmente publicado no blog A literatura na poltrona, de José Castello, e igualmente reproduzido no jornal literário Rascunho. (Leia também a Entrevista de José Castello e "Por um jornalismo mais crítico".)
José Castello
Curitiba, 29/8/2011
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Lembra Daquela História? - Incrições abertas
O Rafa, amigo do blog Lembra Daquela História? Convida a quem quiser participar com resenhas, fazendo uma "central de novidades", ou outra ideia maluca ( :P ), que poderá se inscrever através do link: http://lembradaquelahistoria.blogspot.com/2011/07/inscricoes-abertas.html
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Guest Post – Universo do Autor – mais uma opção em demanda
Sobre nós
Universo do Autor, todo mundo tem uma história para contar!O Universo do Autor chega para revolucionar o mercado editorial. Possuímos uma plataforma on-line de publicação, onde é possível distribuir livros com diversos níveis de suporte editorial. Buscamos oferecer soluções em publicação e editoração de obras, disponibilizando novas tecnologias, visamos atender todos os tipos de público, tanto para você que já tem sua obra pronta quanto para você que precisa de um apoio profissional na edição do material.
O Universo do Autor é uma solução da Singular Digital. A Singular é líder em soluções digitais e inovadora para o mercado editorial. A singular oferece tecnologias como: impressão sob demanda, e-books e distribuição digital de livros.
Soluções:
Clássico: para o Autor que precisa de suportes básicos para buscar novos canais de venda. Registramos seu livro na Biblioteca Nacional, gerando um ISBN para o mesmo. O autor terá seu livro publicado pelo Selo Editorial Prestígio e colocaremos sua obra nas principais livrarias do Brasi.
Profissional: para o Autor que busca profissionalização. Com este pacote o Autor terá amplo suporte na publicação do livro, desde o registro na Biblioteca Nacional até à aspectos mais técnicos como diagramação e desenvolvimento de capa. O autor terá seu livro publicado pelo Selo Editorial Prestígio e colocaremos sua obra nas principais livrarias do Brasil.
Independentemente da solução escolhida, você pode requisitar suportes específicos a qualquer momento.
Conheça nossas soluções editoriais!
O Universo do Autor lista algumas dúvidas mais comuns para quem possui um livro pronto.
Tenho que pagar alguma coisa para publicar um livro no Universo do Autor?
Não. O Universo do Autor é gratuito, não sendo necessário nenhum tipo de compra por parte dele ou de tiragem mínima. Apenas os suportes à produção editorial opcionais são pagos, tendo como contrapartida cópias impressas de seu livro.
Quem pode publicar um livro?
No Universo do Autor, todos podem publicar um livro imediatamente.
Preciso enviar o meu original?
Não. O Universo do autor é uma plataforma de auto publicação totalmente online, onde não é necessário o envio de originais, pois não é feito nenhum tipo avaliação editorial.
Como posso publicar o meu livro?
O processo de publicação é simples, rápido, e totalmente online. Basta o Autor selecionar o formato do livro e enviar o arquivo em PDF, DOC ou RTF diagramado (consulte os padrões recomendados de diagramação). Caso o cliente precise de algum suporte editorial adicional, o Universo do Autor oferece pacotes editoriais com os recursos necessários para o auxílio na publicação do seu livro.
Qual o formato que o meu livro precisa ter?
Para publicar o seu livro no Universo do Autor, você primeiro precisa dele em formato 14 cm de largura por 21cm de altura ou 16 cm de largura por 23cm de altura, mais 7 cm de orelha. Para fazer isso a partir do MS Word, você deve selecionar todo o conteúdo, clicar em Arquivo > Configurar página e, no item papel, selecionar a opção personalizada. Além disso, o arquivo precisa estar em formato PDF.
Como posso configurar a minha capa?
Você pode utilizar a ferramenta de criação de capas disponibilizadas no nosso sistema ou criar a sua, de forma totalmente personalizada. Neste ultimo caso, no Universo do Autor você obter suporte editorial para ter uma capa bem do jeito que você desejar ou enviar o seu arquivo. A configuração parcial significa que você monta apenas o miolo da capa (imagem central), sendo que o cabeçalho e o rodapé, bem como o verso, são padronizados e destinados à impressão de título/ subtítulo, nome do autor e descritivo, respectivamente. Para configurar a sua capa parcialmente, selecione a opção de utilizar modelos de capa padrão do Universo do Autor.
Na configuração totalmente personalizada, o arquivo de imagem da capa criada é enviado pela nossa plataforma.
Em ambos os casos, as imagens precisam ser ajustadas de forma a caber no arquivo. Tanto orelhas quanto verso da capa são geradas pelo sistema, com base em informações inseridas por você no processo de publicação. Clique para ver como ajustar e editar a foto da capa.
Como estipulo o preço do meu livro?
Baseado no numero de páginas e em nossa experiência no mercado de livros, o sistema calculará automaticamente o preço recomendado de capa. Com base neste preço o Autor pode, por meio de nossa ferramenta, aplicar um sobre preço máximo de 30% para aumentar o valor liquido recebido quando cada livro é vendido. Veja nosso contrato de edição.
Posso utilizar um pseudônimo?
Pode. Durante o processo de publicação, você mesmo escreverá o nome do autor – podendo ser o seu ou qualquer outro que deseje. Esta alteração não terá absolutamente nenhum impacto sobre os direitos autorais.
Como posso divulgar o meu livro?
Vendas: O Universo do autor disponibiliza, de forma gratuita, o e-commerce da Loja Singular e nas principais livrarias online do Brasil. (vide condições)
Email MKT: Disparo para nossa base de assinantes, mensalmente, com os lançamentos do mês.
Por que preciso cadastrar os meus dados bancários?
Os dados bancários são utilizados pelo Universo do Autor para fazer o pagamento dos seus direitos autorais.
Posso editar o meu livro (incluindo o preço)?
Sim, a qualquer momento. Para fazê-lo, acesse Meu Espaço e, em Meus Livros, clique na opção “Livros publicados”. Selecione o livro que desejar e clique na opção “editar”. Aí, basta seguir as etapas. Você poderá mudar o miolo, a capa e o preço quantas vezes quiser.
Como recebo os meus direitos autorais?
A cada 90 dias desde que os direitos autorais acumulados dos seus livros chegarem a R$ 100,00, Universo do Autor fará o pagamento na conta bancária indicada no momento do cadastro.
O que é o ISBN?
Segundo o site da Biblioteca Nacional, "o ISBN - International Standard Book Number - é um sistema internacional padronizado que identifica numericamente os livros segundo o título, o autor, o país, a editora, individualizando-os inclusive por edição. Utilizado também para identificar software, seu sistema numérico é convertido em código de barras, o que elimina barreiras lingüísticas e facilita a sua circulação e comercialização."
É preciso ter ISBN para cadastrar o livro no Universo do Autor?
Não. O ISBN é uma forma de catalogar livros, mas não define o que é uma obra literária. O Universo do Autor é permitir que os autores publiquem as suas obras, considerando o seu conteúdo em como a peça mais importante.
Qual a importância de ter o ISBN ?
A principal importância é facilitar que a sua obra seja encontrada e distribuída. Por exemplo: se você conseguir algum acordo com alguma livraria, para divulgar e vender o seu livro por ela, provavelmente precisará ter o ISBN. Alguns sites ou redes sociais focadas em livros, por sua vez, também exigirão. Assim, por mais que não seja obrigatório ter um ISBN, é aconselhado. Como o custo é relativamente baixo, vale a pena.
Como faço para conseguir o meu registro no ISBN?
Caso você faça a opção pelo pacote Grátis, oferecemos o suporte editorial para obter o ISBN (clique aqui). Os pacotes Básico e Profissional já incluem ISBN.
Como faço para confeccionar a ficha catalográfica?
A ficha catalográfica deve ser inserida pelo próprio autor no miolo do livro. Caso você opte pelo pacote grátis, oferecemos suporte para elaboração da ficha. Os pacotes Básico e Profissional inclui a criação da ficha.
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Guest Post – Porto de Idéias
O sucesso de nossas parcerias resulta de um trabalho consistente que oferece atendimento personalizado, profissionais qualificados, ferramentas técnicas adequadas e uma experiência diversificada na edição de livros. Nossa missão é viabilizar ações inovadoras no âmbito da cultura e da educação, favorecendo os autores e o público leitor com o lançamento de obras sérias, bonitas, bem cuidadas, sempre com a marca Porto de Idéias.
Com a marca da diversidade editorial e a confiança em boas parcerias, a Editora Porto de Idéias esforça por fazer-se um ancoradouro seguro às novas idéias, sem se curvar à direção dos ventos, sem qualquer compromisso prévio com a ruptura ou com a tradição.
Vamos editar seu livro
O mercado editorial brasileiro guarda particularidades que a maioria dos autores desconhece, gerando com isto expectativas e avaliações que pouca correspondência tem com a realidade.Por outro lado, é significativa a quantidade de trabalhos acadêmicos e obras de ficção que permanecem nas gavetas, prontas para publicação, mas sem qualquer perspectiva neste sentido, em razão, fundamentalmente, dessas particularidades ainda pouco conhecidas. Por isso, estamos propondo a você, autor, uma parceria, para que seu trabalho acadêmico ou sua obra de ficção possa ser editado. Colocamos à sua disposição uma equipe de profissionais competentes, com experiência editorial comprovada e motivada intelectual e comercialmente para fazer de seu livro um sucesso editorial.
Agende uma reunião sem compromisso ou nos envie um e-mail, teremos grande satisfação em atendê-lo.
Em nosso orçamento estão inclusos os trabalhos de:
• projeto gráfico
• diagramação
• leitura crítica
• criação e produção da capa
• revisão
• depósito legal
• ISBN e ficha catalográfica
Nosso propósito inicial na elaboração do Oii Sistema de Ensino foi desenvolver um material didático que atendesse a necessidade das grandes redes públicas e privadas de ensino e a subsidiasse na consecução de sua responsabilidade constitucional com a Educação Básica. A dificuldade na incorporação dos Parâmetros Curriculares Nacionais, atual guia curricular para a educação nacional, na prática pedagógica do professor em sala de aula, é um traço do sistema educacional brasileiro.
A percepção desta dificuldade nos levou, inicialmente, a constituir um grupo de estudos, com especialistas de todas as áreas do conhecimento, visando adequar a prática pedagógica do professor aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Um dos produtos deste grupo de trabalho foi a elaboração de um material didático diferenciado, feito sob medida para o uso do professor em sala de aula. O material que ora apresentamos, Oii - Orientações Instrucionais Inteligentes, é o produto concreto deste trabalho que traduz na prática os esforços de uma equipe multidisciplinar em busca da elaboração de um material de apoio didático-pedagógico para a Educação Básica, estabelecendo para o estudo dos conhecimentos significativos, uma metodologia de ensino renovada pela diversidade de estratégias e procedimentos, enriquecendo a prática educativa do professor em sala de aula com os recursos oferecidos pela arte, literatura, ciência e filosofia. Este material didático é também um facilitador da função educativa do professor, favorecendo-o na construção de políticas indutoras de transformações significativas na estrutura da escola, na reorganização do tempo e dos espaços, nas formas de ensinar, de aprender, de avaliar, implicando a disseminação das novas concepções de currículo, conhecimento, desenvolvimento humano e aprendizado.
EDITORA PORTO DE IDÉIAS
Tel.: (11) 3885 7386
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