Nova Parceria - Primavera Editorial
Alinhada ao conceito de “butique de livros”, a Primavera Editorial adota como proposta associar a leitura ao entretenimento e lazer qualificado – assim como o cinema, teatro e artes plásticas.
Criada na primavera de 2008, a editora possui um catálogo peculiar, composto por obras de autores nacionais e estrangeiros que têm por linha mestra a produção de uma literatura moderna e de qualidade ímpar, que evoca hábitos e costumes de diferentes povos e épocas; uma literatura instigante e criativa, que se transforma em uma maneira lúdica e pouco convencional de entender melhor a influência das culturas na formação dos povos.
O portfólio da editora é composto por títulos de FICÇÃO que oferecem aos leitores a possibilidade de viver emoções que não fazem parte do enredo cotidiano. No selo BIZ, o destaque recai para obras relevantes para a gestão de negócios e que oferecem aos leitores a possibilidade de inovar, repensar e alavancar resultados corporativos. O selo EDU – uma alusão à palavra inglesa education, associada à educação continuada – investe na publicação de obras de não ficção que oferecem aos leitores possibilidades de reflexão, aprendizado e aplicação de conceitos. Com o selo PSI, a Primavera Editorial lança obras técnicas que oferecem aos leitores das áreas de psicologia e psicanálise a possibilidade de crescimento, reflexão e aprendizado continuado.
Criada na primavera de 2008, a editora possui um catálogo peculiar, composto por obras de autores nacionais e estrangeiros que têm por linha mestra a produção de uma literatura moderna e de qualidade ímpar, que evoca hábitos e costumes de diferentes povos e épocas; uma literatura instigante e criativa, que se transforma em uma maneira lúdica e pouco convencional de entender melhor a influência das culturas na formação dos povos.
O portfólio da editora é composto por títulos de FICÇÃO que oferecem aos leitores a possibilidade de viver emoções que não fazem parte do enredo cotidiano. No selo BIZ, o destaque recai para obras relevantes para a gestão de negócios e que oferecem aos leitores a possibilidade de inovar, repensar e alavancar resultados corporativos. O selo EDU – uma alusão à palavra inglesa education, associada à educação continuada – investe na publicação de obras de não ficção que oferecem aos leitores possibilidades de reflexão, aprendizado e aplicação de conceitos. Com o selo PSI, a Primavera Editorial lança obras técnicas que oferecem aos leitores das áreas de psicologia e psicanálise a possibilidade de crescimento, reflexão e aprendizado continuado.
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A EDITORA CONVIDA PARA O LANÇAMENTO DE ETERNO XODÓ
Eterno Xodó: livro conta a
trajetória de Neto,
ídolo
do Corinthians e comentarista esportivo
ü Os
paulistanos apaixonados por futebol, em especial os jovens na faixa
dos
30 anos, tiveram a oportunidade de ver nos campos um vituoso meia-esquerda que
se imortalizou com a camisa 10 corinthiana. Ídolo dos tempos românticos do
futebol brasileiro – e um dos comentaristas mais comentados da mídia esportiva
contemporânea –, José Ferreira Neto é tema do livro “Eterno Xodó”,
dos
jornalistas Renato Nalesso e Fabricio Bosio. Lançada pela Primavera Editorial,
pelo selo EDU, a obra contará com sessão de autógrafos com a presença do ex-jogador
Neto em 15 de dezembro, a partir das 18h30, no Frei Caneca Shopping (Rua
Frei Caneca, 569 - piso 3).
São Paulo, 5 de novembro de 2011 – O comentarista mais comentado da mídia
esportiva do Brasil e ídolo dos tempos românticos do futebol, José Ferreira
Neto é o protagonista do livro-reportagem Eterno
Xodó, dos jornalistas Renato Nalesso e Fabricio Bosio. Na apresentação da
obra, os autores resgatam a genialidade do jogador, considerado fora de série
pela imprensa no início dos anos 1990; um ídolo de uma geração de craques,
verdadeiros maestros da técnica, derrotados pelo pragmatismo da modernidade.
Como jogagor, Neto ficou conhecido por dois momentos distintos: a glória da
conquista do primeiro título brasileiro do Corinthians e a cusparada no árbrito
José Aparecido de Oliveira, durante um clássico entre alvinegros e alviverdes
no estádio do Morumbi, em 1991. Depois de pendurar as chuteiras, tornou-se um
dos comentaristas esportivos mais polêmicos da atualidade – tão imprevísivel
quanto o jogador que fora.
(...) “Os paulistas apaixonados por futebol,
sobretudo os jovens na faixa dos 30 anos, se acostumaram a ver um virtuoso
jogador de futebol que desfilava pelos gramados brasileiros com uma perna
esquerda mágica. Nascido na pequena Santo Antônio de Posse, no interior
paulista, José Ferreira Neto retratou com autenticidade a arte de um gênio da
bola. Se Rivellino deslumbrou o planeta nos anos 1970 com sua patada atômica,
Neto imortalizou de uma vez por todas a camisa 10 corintiana. Para muitos, ele
foi o último ídolo dos tempos românticos do futebol brasileiro. Ou seja, aquele
jogador que falava o que pensava, fazia o que queria e extravasava emoções a
todo instante. Os jornalistas esportivos que cobriram o auge da carreira de
Neto costumam dizer que era impossível concluir o trabalho diário nos clubes
sem entrevistar o imprevisível meia-esquerda. Ele frequentemente proporcionava
furos jornalísticos.”
Sinceridade e firmeza de opinião
Com extremo
bom humor e um certo tom provocativo, o livro é apresentado pelo jornalista
Milton Neves, que relembra o primeiro contato que teve com Neto e ressalta que
não enxerga ninguém do meio com tamanha sinceridade e firmeza de opinião.
(...) “Conheci pessoalmente o personagem desta obra no dia
17 de dezembro de 1990. Naquela ocasião, tratava-se do jogador de futebol mais
badalado do País. Eu, um apresentador de rádio ainda em fase de consolidação,
nunca acreditei que o camisa 10 do Corinthians, que acabara de ser campeão
brasileiro no dia anterior, cumpriria a promessa de comparecer ao evento do meu
único anunciante do programa Terceiro Tempo, na ocasião na Jovem Pan. Pois ele
foi, sem ganhar um tostão. A presença do ídolo literalmente parou a loja da rua
Barão de Limeira, no centro de São Paulo.
Foram quase três horas atendendo o público. Na maior paciência e
humildade possível. Vendo de longe, ainda demorou para cair minha ficha. Mas
ali aquele rapaz dava uma pequena retribuição ao dom que Deus lhe deu. Cenas
que até hoje não saem da minha memória.”
Ricamente
ilustrado por fotos da história, o livro é pontuado por depoimentos de
familiares, amigos, jogadores e desafetos como o árbitro José Aparecido de
Oliveira; além de dar voz, é claro, ao homenageado.
(…) “Dizem que sou
polêmico, irreverente e bocudo. Estão certos. Não nasci com o rabo preso a
ninguém. Sempre falei o que penso e vou continuar assim. Nunca quis ser exemplo
pra ninguém. Já fiz muita besteira por aí, mas sei também que acertei bastante.
Tenho em casa minha mulher e meus filhos. E é só pra eles que devo alguma
satisfação. Precisa ter coragem para ser comentarista esportivo. Eu não tenho
medo de fazer uma crítica a quem quer que seja. Amigo ou não. Já falei mal de
parceiro e elogiei traíra. Não estou preocupado com o que vão falar de mim.
Passei minha vida toda atrás do sonho de ser jogador profissional e ter meu
próprio dinheiro. Consegui com a garra e a raça que meus pais me ensinaram lá
em Santo Antônio de Posse. Fui à luta, perdi algumas batalhas, ganhei outras,
mas segui sempre com dignidade. Tenho fãs. Me orgulho muito de cada um deles.
Assim como tenho consciência da importância de meus inimigos. Afinal um homem
que não odeia, não ama. Quem não é odiado, não é amado. Ficar no muro nunca foi
meu forte. Prefiro perder lutando a empatar apático. Não estudei em grandes
colégios ou cursei faculdades, o que aprendi e continuo aprendendo é que
precisamos dar ouvidos aos sábios, ter paciência com os falsos sábios,
respeitar os burros e nunca contrariar os desprovidos de inteligência. Sou o
Neto que acertou e errou. Que fez chorar e chorou. Que nunca escondeu o amor
pelo Corinthians e mesmo assim tenta trabalhar de forma isenta e respeitosa.
Mesmo que alguns hipócritas não acreditem. Aprendo com a dor, por isso valorizo
cada conquista. Esse livro é mais uma delas.”
AUTORES
Renato
Nalesso
Profissional de mídia desde 1999, Renato Nalesso é
pós-graduado em jornalismo social pela Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo (PUC-SP) e atuou em emissoras de tevê como Bandeirantes, Globo e Record.
O profissional exerceu por três anos a função de assessor de comunicação do
Guarani de Campinas, no qual participou ativamente da cobertura dos eventos de elite
do futebol brasileiro. Desde 2008 é editor de texto do Jogo Aberto, programa
esportivo de maior audiência da TV Bandeirantes.
Fabricio
Bosio
Formado em jornalismo pelas FIAM, Fabricio Bosio
atua desde 1999 como jornalista esportivo. O profissional iniciou a carreira na
Rádio Bandeirantes como produtor e atuou, ainda, como editor e repórter dos
principais jornais esportivos da casa. Em 2002 foi contratado pela TV Record
como editor de texto de programas esportivos. Participou da cobertura dos Jogos
Pan-americanos do Rio de Janeiro, em 2007, e de Guadalajara (México) em 2011.
Nos anos de 2005 e 2006 foi responsável pelas reportagens do programa Golaço da
Rede Mulher, apresentado pelos jornalistas Milton Neves e Renata Fan.
TRECHOS DO LIVRO
Página 35
(…) “Com
apenas 14 anos Netinho começava a ganhar maturidade. Aliás,
deixava de ser o Netinho da Posse para se transformar no Neto
do Guarani. Já
morava sozinho em Campinas. Mas continuava o mesmo moleque
rebelde
e respondão de antes. Aquele período foi fundamental para que
o rapaz
criasse responsabilidade. Todos os dias era o primeiro a se
levantar e se arrumar
para os treinamentos. Dividia o alojamento com dezenas de
meninos.
Entre eles, alguns que ganhariam destaque mais tarde no
futebol, como o
lateral Gil Baiano, o goleiro Zetti, o
meia Vágner Mancini e o atacante Evair.”
Página 55
(…) “Aos
20 anos, depois de cumprir o contrato rigorosamente com o Bangu,
Neto se apresentava ao São Paulo. Se já pesava sobre o jovem
a responsabilidade
de sustentar toda a família, a pressão aumentaria por partir
para um
clube de grande projeção nacional. Era um desafio. Muitos
especialistas não
acreditavam mais no sucesso de Neto. Diziam que o
comportamento rebelde
lhe traria graves consequências. Mas, até então, seu talento
com a bola
nos pés era indiscutível.”
Página 89
(…) “A
saída do Palestra Itália acabou sendo muito dolorosa. Mas, por alguma
razão, o menino de Santo Antônio de Posse acreditou que
aquele poderia
ser o momento exato de levantar a cabeça e seguir em frente.
E foi em uma
noite chuvosa de julho de 1989 que Neto entrou em seu Fiat
Uno amarelo
e, chorando muito, seguiu pela rua Turiassu rumo ao Parque
São Jorge.
Chegando lá, enxugou o rosto e entrou na sala do presidente
Vicente
Matheus. A intenção era acertar as bases contratuais com o
clube alvinegro.
Mas como já era tarde e o contrato não tinha ficado pronto, o
jogador fechou
um acordo verbal com o dirigente. Só tinha uma exigência:
receber o
mesmo salário dos tempos de Palmeiras. Matheus concordou e
começava
ali a trajetória de um dos maiores ídolos do centenário Sport
Club Corinthians
Paulista.”
Página 106
(…) “O
Tricolor tinha no elenco jogadores consagrados como Antônio
Carlos, Cafu, Zetti e Raí. Só para variar, o Timão faria da
raça sua grande
arma para superar a técnica adversária. O árbitro José
Aparecido de Oliveira,
que mais tarde teria uma história à parte com o astro
corinthiano, apitou
o início da partida. As torcidas empurravam os times para o
ataque. A grande
arma do Timão era a bola parada de Neto. E, logo no primeiro
lance
desse fundamento, bola com efeito na área. Desvio de joelho
de Wilson
Mano para o gol. O restante do jogo foi um show de desarmes
do volante
Márcio e do zagueiro Marcelo. Deu tempo ainda do craque da
equipe perder
dois gols cara a cara com Zetti. A vitória magra revertia a
vantagem do
empate para o segundo jogo.”
Página 112
(…) “O
Brasileirão estava chegando ao fim. Mas ainda teria tempo para
alguns gols que marcariam a carreira de Neto. O primeiro saiu
contra o
Flamengo do goleiro Gilmar, em pleno Maracanã. Em uma
cobrança de
falta da intermediária, o craque encheu o pé e a bola fez um
percurso
simplesmente impressionante. Em linha reta, entrou no ângulo.
Sem chances
de defesa. Talvez um dos mais impressionantes lances desse
fundamento.”
Página 129
(...) “O gol salvador do Xodó assegurou a vitória e aliviou o coração dos
torcedores fiéis. Para garantir a vaga na final bastava
superar o Novorizontino
em casa. Com Neto suspenso, o Timão não bobeou e enfiou três
a zero.
Final garantida contra o arquirrival
Palmeiras.”
Página 171
(…) “Lidar
com a responsabilidade de sustentar a família ainda garoto foi o menor
dos problemas de Neto. Viver um caso de amor e ódio com as
torcidas dos
clubes em que jogava ele tirou de letra. A principal batalha
do craque durante
a vida inteira foi contra a balança. A forte tendência
genética à obesidade
fazia o jogador viver sob constantes privações alimentares. É
verdade que
muitas vezes extrapolou a barreira, mas ele sofreu. E como
sofreu. Principalmente
por constantemente ser visto e taxado
como atleta gordo e relaxado.”
Páginas 203 e 204
(…) “Neto
foi aos poucos se acostumando com a vida longe da bola. A jogada
agora era ser pai, marido em tempo integral e transportar
valores agregados da época de criança. Tudo caminhava para que Neto voltasse a ser
José. Mas a polêmica e a irreverência estavam no sangue. A bola que o deixou
famoso bateu à porta. Na verdade, tocou o telefone. A produção do programa
Cartão Verde, da TV Cultura, ligou convidando-o para uma participação especial.
Fora da mídia, resolveu rever os amigos e apresentadores José Trajano, Juca
Kfouri e Flávio Prado para explicar os motivos da aposentadoria precoce.”
Página 217
(…) “A
televisão apareceu na vida de Neto. O menino de criação humilde, escolaridade baixa,
de repente se transformou em um fenômeno da comunicação.
Tudo o que ele falava repercutia nos clubes, nas redes
sociais e nos bastidores
do futebol. As palavras começavam a expor a personalidade do
ex-jogador. Comentários mais apimentados já não eram
engolidos por estrelas
do esporte, as informações dadas em primeira mão menos ainda
por
alguns jornalistas. Neto atraía a notícia, um ímã de furos
jornalísticos. Todos
o procuravam para dizer que aquele jogador seria contratado
ou que o
outro brigou com não sei quem.”
Página 226
(…) “Meu sonho é ser presidente do Corinthians.
Às vezes vendo tudo que
gira em torno do cargo, não me sinto preparado. Mas
vou tentar me
especializar e me cercar das pessoas certas para
conseguir exercer a
função. A verdade é que minha vontade é tentar
retribuir um pouco
tudo o que a instituição fez por mim. Se não fosse
o Corinthians eu
não seria ninguém. Espero que aconteça antes,
claro, mas imagina
que lindo seria o clube conseguir a Libertadores em
minhas mãos.
Incrível! É um sonho que
tenho. (Neto)”
FICHA TÉCNICA
Categoria: Reportagem
Formato: 17,5 x 22,5
Páginas: 348
Acabamento: brochura
ISBN: 978-85- 61977- 33-7
Preço sugerido: R$ 45,00
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Páginas: 348
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ISBN: 978-85- 61977- 33-7
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MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:
Betânia Lins betania.lins@printeccomunicacao.com.br
Vanessa Giacometti de Godoy
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(11) 5182-1806 // Fax: (11) 5183-2233
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Em breve estarei trazendo algumas surpresas da nova parceira, enquanto isso aproveite e acompanhe as redes sociais da Primavera Editorial.





1 comments:
Parabéns pela parceria. Bjs, Rose.
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